O plicoma anal é uma dobra de pele mole na borda do ânus — aquela “bolinha” ou “carne sobrando” que muita gente nota e se assusta. É benigno e, na maioria das vezes, não precisa de tratamento. Costuma incomodar mais pela higiene ou pela estética do que por sintomas.
Por que aparece?
O plicoma costuma ser um “resquício” de algo que já passou: uma hemorroida externa que trombosou e regrediu, deixando a pele frouxa; a cicatrização de uma fissura anal (o chamado plicoma sentinela); ou simplesmente uma característica individual da pele da região. Não é verruga nem tumor.
Precisa tratar?
Na maioria das vezes, não. A remoção é considerada quando o plicoma atrapalha a higiene, causa irritação e coceira de repetição, ou incomoda esteticamente. Quando indicada, a retirada é um procedimento simples. O mais importante é confirmar que se trata mesmo de um plicoma — e não de outra lesão que mereça avaliação.
Uma “bolinha” nova ou que muda merece avaliação
Nem toda lesão na borda do ânus é plicoma. Se surgiu recentemente, cresce, sangra, dói ou tem aspecto diferente, vale um exame para confirmar o diagnóstico e descartar condições como condilomas e outras lesões de pele.
Perguntas frequentes
Plicoma anal é perigoso?
Plicoma é hemorroida?
Dá para tirar o plicoma?
Referências
- American Society of Colon and Rectal Surgeons (ASCRS) — Orientações ao paciente.
- Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) — Orientações ao paciente.